São Paulo – O motorista do caminhão que atingiu uma passarela de pedestres na Linha Amarela na terça-feira, no Rio, e ocasionou a morte de cinco pessoas, afirmou à polícia que falava no celular no momento do acidente. A informação foi dada em depoimento formal à polícia, coletado ontem por agentes da 44ª DP (Inhaúma) no hospital em que o motorista se encontra internado em Duque de Caxias, município da Baixa Fluminense.
Após a batida, a passarela desabou e deixou, além dos mortos, outras três pessoas feridas. O delegado adjunto da 44ª DP, Fábio Asty, afirmou que a perícia irá verificar o telefone do motorista para confirmar se de fato ele falava ao celular durante o percurso.
Já o número de mortos no acidente subiu para cinco. Luiz Carlos Guimarães, de 70 anos, estava no Palio que foi esmagado pela passarela.
Ele sofreu traumatismo craniano grave e teve que passar por duas cirurgias na cabeça. O homem estava internado no hospital Salgado Filho, no Méier, zona norte, e morreu por volta das 6 horas de ontem.

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