Morte de calouro continua sem solução
Arquivo FolhaSão Paulo Passado um ano da morte do estudante de medicina Edison Hsueh (foto), cujo corpo foi encontrado na piscina da Associação Atlética Oswaldo Cruz na Universidade de São Paulo, a mãe do calouro se diz inconformada por não haver ainda um desfecho para o caso. ‘‘Não é possível que, com toda aquela gente, ninguém tenha visto nada’’, diz Yen Yin Hwa. O inquérito policial ainda não foi finalizado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa e não há prazo para se chegar a uma conclusão. A promotora Eliana Passarelli estima que o término das investigações deva ocorrer até junho. ‘‘Estamos falando de um inquérito que envolve mais de 300 pessoas’’, diz, referindo-se ao número de alunos presentes na festa de confraternização. Por enquanto, a promotora declara apenas que não trabalha com a hipótese de acidente.

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