Para escapar dos arrastões e assaltos, os moradores da capital baiana que saíram às ruas passaram a andar em grupo e resolveram fazer justiça com as próprias mãos. Ontem, o desempregado José de Oliveira Fonseca, 27, foi agredido com socos e pontapés por cerca de 30 pessoas. Acusado de tentar assaltar um aposentado, o desempregado foi imobilizado e agredido. ‘‘Não temos policiais nas ruas, mas não vamos mais aceitar a omissão dos governos federal e estadual. Vamos reagir’’, disse o estudante Carlos Alberto Santos, 29, que admitiu ter participado da agressão ao desempregado.
Os policiais civis e militares reivindicam piso salarial de R$ 1.200, a reintegração de 68 militares e a libertação de dois líderes do movimento acusados de insubordinação. O governo estadual ofereceu reajuste de 14%. (Agência Folha)

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