MOP-3 - Países firmam acordo sobre transgênicos
Após muita discussão, os países que participaram do 3º Encontro das Partes do Protocolo de Cartagena de Biossegurança (MOP-3) decidiram adiar para 2012 a decisão sobre a adoção obrigatória, pelas nações exportadoras, de um modelo rígido de controle dos transgênicos. Esse sistema consistiria na segregação das cargas e identificação extada do tipo de transgênico a ser exportado. A documentação do exportador deveria explicitar que o carregamento contém transgênico.
Até 2012, estão valendo as normas aprovadas em 2004, na MOP-1. Com isso, a identificação deve ser feita apenas através de uma declaração documental de que o carregamento pode conter determinado tipo de transgênico.
O governo brasileiro defendia que a adoção do modelo mais rígido fosse obrigatório a partir de 2010. Mas acabou cedendo para viabilizar o acordo entre os países.
O secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, Cláudio Langone, acredita que em seis anos haverá maior comprovação científica dos riscos que os transgênicos representam.
A manutenção de condições seguras nas atividades de pesquisa biológica, de modo a impedir danos aos trabalhadores, a organismos externos ao laboratório e ao ambiente.
São organismos que, mediante técnicas de engenharia genética, contém material genético de outros organismos. Resultados na área de transgenia já são alcançados desde a década de 1970, época na qual foi desenvolvida a técnica do DNA recombinante.
Para entidades ambientalistas, sem a identificação rigorosa, não é possível proteger os países contra os riscos de contaminação do meio ambiente nem evitar que transgênicos não destinados à alimentação entrem na cadeia alimentar da população.
O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.





