Monica diz que se tornou dependente do Prozac
Roma, 11 (AE-ANSA) - A ex-estagiária da Casa Branca Monica Lewinsky afirmou ao semanário italiano Gioia que, desde o início do escândalo sexual que envolveu a ela e ao presidente Bill Clinton, não consegue viver sem o medicamento Prozac, um antidepressivo muito popular nos EUA.
"Algumas semanas depois de o escândalo ter eclodido, comecei a tomar o medicamento e ainda não deixei de fazê-lo", disse a jovem. "Sem o Prozac, não conseguiria nem sair de casa."
Indagada sobre por que, apesar de sua dificuldade de falar sobre o caso com Clinton, vem dando tantas entrevistas, Monica respondeu: "No momento, tenho US$ 2 milhões de dívidas com advogados e precisarei de pelo menos o dobro dessa quantia para pagar todos os meus débitos."
A jovem revelou ainda que, "já há alguns meses", tem um novo companheiro, sobre quem se recusou a falar mais. "Não é fácil para ninguém envolver-se com minha vida e toda a loucura que me rodeia", assegurou Monica, que está em Londres, divulgando sua biografia, Monicas Story.





