Brasília, 19 (AE) - A missa de um ano da morte do ex-ministro das Comunicações Sérgio Motta, celebrada hoje na Catedral de Brasília, reuniu cerca de cem pessoas - mas foi marcada por ausências de ministros e de lideranças nacionais do partido do PSDB.
O presidente nacional do PSDB, senador Teotônio Vilela (AL), e o líder do partido na Câmara, Aécio Neves (MG), não foram à missa.
Motta morreu na madrugada de 20 de abril de complicações no aparelho respiratório. A última aparição pública de Motta foi na posse de José Serra no Ministério da Saúde.
Serra não foi à missa. O presidente em exercício, Marco Maciel, sentou-se ao lado da viúva do ministro, Wilma Motta, que foi à igreja acompanhada da filha Fernanda. Compareceram os líderes do governo na Câmara, Arnaldo Madeira (PSDB-SP), e dos tucanos no Senado, Sérgio Machado (CE); o vice-presidente nacional do PFL, senador José Jorge (PE); o diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Renato Guerreiro; o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Celso Lafer, e o ministro-chefe da Casa Civil, Clóvis Carvalho. A maioria dos presentes era de funcionários do Ministério das Comunicações, ex-subordinhados de Motta.

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