Brasília, 24 (AE) - O ministro José Arnaldo da Fonseca, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou hoje pedido do prefeito afastado de Bauru, no interior de São Paulo, Antônio Izzo Filho, para que ele ficasse em prisão domiciliar. Izzo Filho alegava que, em Bauru, não existe estabelecimento adequado para quem tem curso superior. O ministro disse que, no caso de não existir cela especial na cadeia pública, o juiz pode determinar que o acusado fique numa cela separada, com instalações sanitárias satisfatórias.
O prefeito de Bauru teve a prisão decretada pelo Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo, por existir indícios de que tenha cometido crime contra a administração pública.

mockup