Brasília, 05 (AE) - O Ministério da Saúde inicia no próximo dia 15 a distribuição de 2 milhões de preservativos femininos em todo o País. Os primeiros lotes, que estão chegando da Inglaterra, serão entregues às secretarias de Saúde e a organizações-não-governamentais (ONGs), para redistribuição do produto.
A intenção do governo é concentrar a distribuição de camisinhas femininas entre mulheres carentes e prostitutas. O argumento do governo para a restrinção é o alto preço do preservativo feminino - US$ 0,64 a unidade. A camisinha masculina ficam em torno de US$ 0,02 centavos a unidade. O objetivo do governo é conscientizar as mulheres para a necessidade de prevenção de doenças graves, como aids e sífilis com o uso do preservativo.
As camisinhas foram compradas da empresa britânica Reality, que segundo o Ministério da Saúde é a única a fabricar o produto. Uma parcela dos lotes chega ao Brasil nos próximos dias.

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