Quito, 14 (AE-AP) - O comando das forçar armadas do Equador desmentiu a informação veiculada pelas emissoras de rádio que tivesse dado um ultimato ao presidente Jamil Mahuad para colocar um fim na greve de transportes ou deixar o cargo. O desmentido foi divulgado ontem (13) numa coletiva de imprensa pelo general Carlos Mendonza, chefe do Comando Conjunto das Forças Armadas, e pelo ministro da Defesa, José Gallardo. "Negamos redondamente a versão. As forças armadas pedem a população que menospreze estas notícias danosas ao país", disse Gallardo. As versões de golpe resultam dos rumores frequentes sobre um suposto mal estar dentro das forças armadas devido à turbulência social que sacode o Equador.

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