São Paulo - Começou a contar a partir de anteontem o prazo para o governo mexicano retirar a cantora Gloria Trevi do Brasil. O diretor do Departamento de Estrangeiro, Luiz Paulo Barreto, já notificou a Embaixada do México sobre a extradição da cantora.
  O ministério da Justiça aguarda nota diplomática da embaixada mexicana no Brasil sobre detalhes da escolta que acompanhará a cantora até a sua saída do País. O governo mexicano deverá informar à Polícia Federal, nos próximos dias, os nomes dos agentes mexicanos e respectivas qualificações, o armamento utilizado durante a escolta, data e local para efetivação da extradição, quando a cantora será entregue à polícia do México acompanhada do filho Angel Gabriel.
  Segundo o Ministério da Justiça, o empresário da cantora, Sérgio Gustavo Andrade Sanchez, e a ajudante de palco Maria Raquenel Portillo Jimenez, presos com Gloria no Distrito Federal, não serão extraditados junto com a cantora porque não abriram mão dos recursos a que têm direito na Justiça brasileira.
  Gloria foi presa em 13 de janeiro de 2000, no Rio de Janeiro. Em seguida, foi transferida para a Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal, onde engravidou. Atualmente, ela está detida numa delegacia da cidade-satélite de Cruzeiro, no Distrito Federal.

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