Metrô de São Paulo reduz número de funcionários em serviço


SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Metrô de São Paulo reduziu o quadro de funcionários por causa do coronavírus e, nesta quarta-feira (25), a operação comercial funciona com praticamente metade do efetivo.

A reportagem apurou que os motivos são tanto a redução do número de passageiros quanto o fato de alguns servidores apresentarem sintomas da Covid-19, o que, por precaução, exige o afastamento do trabalho.



Na linha 3-vermelha, por exemplo, apenas 47 dos cerca de 90 funcionários estão trabalhando nesta quarta, segundo a apuração. Nas estações Artur Alvim e Penha (ambas na zona leste), por exemplo, a operação comercial conta com apenas um servidor.

Na média, estações pequenas costumam ter três ou quatro funcionários simultaneamente. Já as maiores, de 10 a 12. Uma das paradas com maior número de passageiros em dias úteis, a Palmeiras-Barra Funda tem, nesta quarta, apenas quatro servidores do Metrô em serviço.

Também houve redução de cerca de 50% no efetivo das linhas 1-azul e 2-verde. Nas primeira, estão em serviço 60 funcionários e, na segunda, 31.

A reportagem apurou também que, nesta terça-feira (24), o Metrô operou com 18 trens, quando o normal são 41 composições no horário de pico.

Nesta terça, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos afirmou que promoveu o fechamento de acessos secundários, alguns guichês de bilheterias e bicicletários do Metrô. "Novas medidas poderão ser tomadas ao longo dos próximos dias, atendendo às necessidades dos passageiros e do quadro efetivo das empresas, analisado diariamente", afirmou, em nota.

Na capital, a prefeitura anunciou o corte pela metade do número de ônibus em circulação, com queda de 70% no número de passageiros.

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