para US$ 603,408 milhões. Nestes oito anos o número de empresas no setor foi reduzido de 4.938 para 3.554. O número de empregos do segmento caiu 63% no período para 326,3 mil, segundo dados de estudo do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI) divulgados hoje.Por Daniela Milanese São Paulo, 15 (AE) - O presidente do Sindicato de Vestuário do Estado de São Paulo, Stefanos Anastassiadis, disse hoje que não existe "euforia" em relação às exportações do setor têxtil no ano que vem. Segundo ele, as vendas externas devem melhorar. Mas a grande preocupação do setor é o mercado interno. "Temos de manter o mercado já conquistado", afirmou, lembrando do aumento das importações no segmento. Anastassiadis disse que a desvalorização cambial teve impactos positivos e negativos no segmento. Por um lado, houve a inibição das importações, o que ajudou as vendas externas. Mas o presidente lembrou que o setor depende de matérias-primas importadas. "O saldo da desvalorização e positivo. Ou seja, trouxe mais pontos positivos do que negativos", disse. Segundo ele, o ano de 99 começou sem grandes horizontes. "A perspectiva agora é de melhora", afirmou. As exportações do setor têxtil subiram 5% de 90 a 98, para US$ 545,912 milhões; no mesmo período as importações despararam 329%

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