São Paulo, SP- Os médicos de São Paulo realizaram ontem de manhã uma manifestação no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na região central. A categoria reivindica a implantação da CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos), que cria uma série de procedimentos médicos e cirúrgicos.
Durante a manifestação, os médicos explicaram para a população os motivos de uma possível paralisação da categoria. Essa paralisação será colocada em votação em assembléia marcada para o dia 20, que também deve avaliar o movimento.
Se a paralisação for aprovada, os médicos deverão suspender o atendimento dos usuários dos planos de saúde. No período de paralisação, os usuários serão orientados a pagar a consulta, pegar um recibo e pedir o reembolso ao convênio.
Segundo associações de médicos do país, as empresas de saúde pagam, em média, R$ 20 por consulta. Os médicos reivindicam uma remuneração de R$ 40, em média, por consulta.
Em Londrina, os médicos fizeram reunião ontem à noite para discutir o assunto.
Inclusão Grupos homossexuais de São Paulo ganharam na Justiça, em primeira instância, o direito de colocar seus parceiros como dependentes em 12 operadoras de saúde e no Hospital do Servidor Público Estadual (Iamspe), de São Paulo.
Ontem, a Defensoria Homossexual e a Associação do Orgulho Gay comemoraram a decisão como a maior vitória do movimento homossexual no país .
Por se tratar de ação civil pública, a sentença vale para todo o território nacional, no caso dos planos e seguros de saúde.

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