São Luís, 11 (AE) - O garoto Leandro Alves Viana, de um ano, continua internado no Hospital Materno-Infantil de São Luís com uma agulha em sua corrente sanguínea, perto do abdome. Até o final da tarde, os médicos do hospital não haviam definido qual procedimento adotariam para a retirada da agulha. O quadro de Leandro é estável, mas de acordo com a primeira avaliação da equipe médica que o assiste, há riscos de complicação clínica por obstrução de vasos sanguíneos.
Familiares do menor não escondem a preocupação devido ao tempo de permanência da agulha no corpo, que já é de 20 dias. Internado há duas semanas numa unidade hospitalar da rede pública na periferia de São Luís por problemas de desidratação, Leandro recebeu aplicação de soro no pé. Ao retirar o escalpe do soro, a enfermeira não localizou a agulha. A mãe do menino, Ivanilde Viana, decidiu, então, transferí-lo para outro hospital do município.
No Hospital Djalma Marques, o menor chegou a ter o pé cortado por duas vezes para a retirada da agulha. Só esta semana
depois de uma radiografia completa no Hospital Materno-Infantil
os médicos localizaram a agulha. A mãe de Leandro tem apenas 17 anos e já está grávida de sete meses do segundo filho. Hoje, os médicos da unidade de pediatria do hospital mantiveram silêncio sobre o caso.

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