O dermatologista Otavio Roberti Macedo alerta: é um mito achar que o bronzeamento artificial é ''mais seguro'' do que a exposição solar natural. ''Ele é maléfico para as células, pela emissão de quantidade alta de UVA, cuja radiação altera o DNA celular, levando ao fotoenvelhecimento precoce, aparecimento de manchas e câncer de pele'', argumenta. Uma alternativa são os auto-bronzeadores, que não são maléficos para as células. Mas vale lembrar que eles têm o mesmo efeito de um tingimento temporário e não protegem a pele.
Ao longo do ano, ingerir alimentos ricos em betacaroteno, como abóbora e cenoura, ajuda no processo de bronzeamento e também na sua manutenção. Outra dica é preparar a pele um mês antes com uma esfoliação para remover células mortas e uniformizar o seu tom.
No Mikuki Centro de Saúde, Beleza e Estética em São Paulo, a novidade é a Akasuri, esfoliação japonesa. A sessão leva uma hora e meia e a vantagem da técnica é que a manutenção pode ser feita a cada dois meses. Primeiro passa-se pela sauna úmida por 30 minutos. Depois, com os poros dilatados, esteticistas munidas de luvas especiais fazem uma esfoliação corporal profunda na pele. Ducha escocesa e hidratação profunda com creme de pêssego completam o tratamento. Esse procedimento vai preparar a pele para o sol, prevenindo manchas.
Uma boa dica para esclarecer dúvidas sobre bronzeamento é o site www.jnjbrasil.com.br (clicar na opção ''sundown''), que traz as perguntas e respostas mais comuns sobre o assunto.

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