Nova York, 21 (AE-ANSA) - Um cardiologista do Texas é o primeiro médico que deverá pagar por um erro fatal no tratamento de um paciente devido a um problema habitual entre os profissionais do setor: o da péssima caligrafia.
Um júri da cidade texana de Odessa ordenou a Ramachandra Kolluru o pagamento de US$ 225 mil à família de Ramón Vásquez, seu paciente, que morreu depois de ter tomado um medicamento equivocado prescrito em uma receita de modo ilegível.
Vásquez, que tinha 42 anos, recebeu do farmacêutico um remédio que não havia sido receitado, e em uma dose oito vezes superior ao recomendado.
Duas semanas depois, o paciente morreu, aparentemente vítima de um ataque cardíaco. A viúva Teresa Vásquez entrou, então, com um processo contra o médico e o farmacêutico, alegando que eles deveriam desempenhar de forma mais atenta o seu trabalho.

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