São Paulo - O País registrou neste ano 41.183.103 estudantes matriculados na rede pública de ensino, segundo dados do Censo Escolar publicado ontem no ''Diário Oficial da União''.
O número representa uma queda de 2,07% em comparação ao ano anterior, que tinha 42.054.071 alunos matriculados - redução de 870.968. Os dados incluem as escolas regulares e especiais do ensino infantil, fundamental, médio e destinadas a jovens e adultos. Os número, entretanto, não contabilizam as matrículas na rede pública federal e na rede particular.
O ensino infantil foi o único que teve aumento de matrículas em comparação a 2011 - 3,41%. Foram 5.024.023 matriculados em 2011, contra 5.195.394 neste ano.
A queda de matrícula foi maior no Ensino de Jovens e Adultos (EJA), com redução de 5,43%, passando de 3.484.912 em 2011, para 3.295.678 neste ano.
No ensino fundamental a queda foi de 2,92%, passando de 26.280.885 (2011), para 25.515.690 (2012). Já no ensino médio houve diminuição de 1,21%, de 7.264.251 (2011), para 7.176.341 (2012).
Otimismo - Nos países das Américas Central e do Sul, a população acredita que a educação irá melhorar na próxima década, mas muitos cidadãos ainda dão ''nota vermelha'' para os sistemas locais de ensino. É o que aponta a pesquisa Olhares sobre a Educação Ibero-Americana, divulgada ontem pela Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). No levantamento, foram entrevistadas mais de 22 mil pessoas em 18 países da região, incluindo o Brasil.
Os brasileiros estão entre os mais otimistas em relação ao futuro da educação no País nos próximos dez anos. Para 62% dos entrevistados, a educação vai melhorar, 26% acreditam que ficará no mesmo patamar e 9% avaliam que irá piorar.

Imagem ilustrativa da imagem Matrículas nas escolas públicas caem 2% em relação a 2011
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