Massacre do Carandiru
A defesa do coronel Ubiratan Guimarães recorreu da sentença que o condenou a 632 anos de prisão por 102 mortes e 5 tentativas de homicídios ocorridas no Pavilhão 9 da Casa de Detenção de São Paulo. O coronel apelará em liberdade da condenação - a maior da história da Justiça brasileira - pelo massacre do Carandiru, ocorrido em 2 de outubro de 1992.
O advogado do réu, Vicente Cascione, quer anular a decisão porque os jurados teriam votado contraditoriamente ao analisar a conduta de Ubiratan. O recurso foi apresentado no termo da sentença.





