Memphis, 08 (AE-AP) - Um júri que investiga o caso do assassinato de Martin Luther King no foro civil determinou nesta quarta-feira (08) que o líder negro foi vítima de uma vasta conspiração de homicídio, e não da participação de apenas um assassino.
A família King processou Loyd Jowers, um empresário jubilado de Memphis que afirmou há seis anos que pagou a alguém, além de James Earl Ray, para matar o líder. O advogado da família afirmou que o governo, a máfia e os militares estiveram envolvidos.
Depois de três horas de deliberações, o júri integrado por seis negros e seis brancos decidiu o pagamento de uma indenização de apenas US$ 100 à família King por perdas e danos.
A família reclamou uma soma simbólica em sua tentativa de que se esclareça a evidência da existência de uma conspiração e respaldou seu pedido por uma nova investigação no caso do assassinato.
"Estou muito contente pelo povo ter falado", disse o filho de King, Dexter. "Isto é o que sempre desejamos."

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