Londrina - O secretário de Saneamento Básico de Maringá, Alberto Abraão Vagner da Rocha, garante que o município possui uma organização de controle social do Plano Municipal de Saneamento Básico. Segundo ele, o Conselho Municipal de Saneamento Básico (Comsan) tem caráter consultivo, formado por prestadores de serviço e segmentos da sociedade e "em plano vigor há dois anos." Além disso, acrescentou, há um conselho gestor específico composto por cooperativas da coleta seletiva com gestão participativa no serviço relacionado à destinação dos resíduos sólidos. Ele comemora o fato de, em Maringá, a política de saneamento básico ter gestão própria há dois anos. "Ganhamos autonomia. Maringá saiu na frente porque visualizou que a política de saneamento ganharia relevância e precisaria de órgão específico para fazer o planejamento operacional do serviço", avalia. A secretaria de Abraão planeja e a execução dos serviços relacionados a tratamento de resíduos e drenagem é feito pelas secretarias de serviços públicos e obras públicas. A Sanepar detém a concessão para tratamento de água e esgotamento sanitário, mas o contrato venceu em dezembro de 2014. Em Londrina, a gestão do plano de saneamento básico é de responsabilidade do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (Ippul). A FOLHA não conseguiu falar com a diretora-presidente interina. A titular, Inês Dequech, está de férias. A servidora Roseli Barquez de Assis, integrante da Equipe de Educação Ambiental da Prefeitura de Foz do Iguaçu, informou que a gestão do exercício de regulação e fiscalização dos serviços de abastecimento e esgotamento no município é exercida pelo Instituto das Águas do Paraná, conforme os termos da Lei Municipal 4.102/13. (D.P.)

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