Agência Estado
Do Rio
A polícia do Rio não descarta a possibilidade de envolvimento do engenheiro de segurança francês Yves Halin, de 48 anos, na morte da mulher, Martine, de 45, na noite de domingo. Segundo o subsecretário especial de Segurança, Carlos Alberto Nunes Pinto, o resultado negativo do exame de resíduo de pólvora, divulgado ontem, não serve como prova técnica para inocentar o francês.
O subsecretário antecipou que pedirá ajuda à Interpol para realizar um levantamento da vida financeira e pessoal das vítimas. Na Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat), Halin contou que o casal tinha um seguro de vida pago pela empresa onde ele trabalha – a Snecma, firma francesa de motores de avião –, mas garantiu que o valor da apólice era baixo.
O corpo de Martine foi encontrado em Itaguaí, na Baixada Fluminense, com um tiro na cabeça depois que o casal tomou, segundo Halin, um táxi branco no Aeroporto Internacional do Rio. No táxi, havia dois homens: um deles, que serviu de isca para atrair as vítimas, falava fluentemente francês, contou o turista.

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