Marcha pela reforma psiquiátrica reúne 2 mil
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Agência Brasil 
Brasília - A implantação imediata de políticas públicas que humanizem o atual modelo de assitência à saúde mental no país foi uma das principais reivindicações apresentadas pelos cerca de 2 mil participantes da primeira marcha em favor da reforma psiquiátrica e antimanicomial. A manifestação, promovida pela Rede Nacional de Internúcleos da Luta Antimanicomial, em parceria com o Conselho Federal de Psicologia, reuniu ontem, na Esplada dos Ministérios, representantes de entidades de 13 estados brasileiros.
Com faixas e cartazes, os manifestantes defenderam novas diretrizes no tratamento dos 23 milhões de cidadãos que apresentam distúrbios mentais no país, segundo dados do Conselho Federal de Psicologia. Eles querem a substituição dos internamentos em hospitais psiquiátricos por Centros de Convivência, Serviços Sociais Terapêuticos e projetos de inclusão que facilitem a inserção social e produtiva dos pacientes. Segundo eles, o problema mais difícil para quem está em tratamento psiquiátrico é conseguir uma vaga no mercado de trabalho.
As questões prioritárias serão debatidas por representantes dos pacientes com transtornos mentais ao longo de todo o dia, durante audiências públicas em ministérios, Câmara dos Deputados, Senado e outras instituições.


