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A Marcha da Maconha Londrina 2017 reuniu cerca de 200 pessoas neste domingo (6), na Concha Acústica. Os ativistas reivindicam a descriminalização da droga e o direito de cultivar a planta para consumo próprio. Esta foi a terceira edição do movimento que acontece anualmente na cidade desde 2015. Após o ato na Concha, os manifestantes marcharam até o Zerão.
"A gente não quer a legalização. A legalização pode ter leis que impedem que se compre. A gente quer a liberdade de poder cultivar para consumo. A maconha não é consumida somente como cigarro, mas pode ser em forma de chá ou frita na manteiga e utilizada em receitas culinárias. Tem vários usos além do recreativo, inclusive para redução de danos", defendeu um dos participantes e que atuou na organização das duas primeiras edições da Marcha da Maconha em Londrina. "É ridículo não dizer meu nome, mas ainda tem muita perseguição política e pessoal pelo nosso posicionamento. Sofremos muito preconceito", disse ele, justificando o anonimato.
As discussões em torno do tema acontecem todos os domingos, no Zerão, e o assunto também é debatido nas redes sociais, na página do Coletivo Marcha da Maconha Londrina.

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