Marcadores sinalizam envelhecimento
As terapias 'anti-aging' atuam segundo as teorias mais comprovadas de envelhecimento - morte do telômero, ação dos radicais livres e diminuição dos níveis de hormônios. ''Cada um deles pede uma abordagem de tratamento diferente'', afirma o endocrinologista Leonardo Higashi.
O envelhecimento não é uma questão apenas estética, mas de funcionalidade do corpo. Os sinais do passar dos anos são queda na memória, perda de massa óssea e de massa muscular, queda nas capacidades cardiovascular, respiratória e renal, diminuição da absorção de nutrientes e aumento da gordura corporal. ''O que se espera é atenuar ou estabilizar a evolução desses marcadores''.
O telômero é a ponta do cromossomo, que, com o envelhecimento, vai encurtando até morrer. O tratamento para manter o tamanho do telômero visa aumentar a vida das células. ''Isso é feito com uma combinação inteligente de minerais, vitaminas e ácidos graxos. Há também um fitoterápico chinês com esse efeito'', ressalta.
Outra teoria é o aumento da ação dos radicais livres, pelo sol, pela respiração, por poluição, cigarro e inflamação. O estresse oxidativo causa morte celular, que pode ser atenuada com antioxidantes como as vitaminas C e E e o ácido lipóico.
A última linha fala da queda dos níveis hormonais com o envelhecimento e a necessidade de restabelecer esses níveis com hormônios bioidênticos. Uma taxa hormonal boa, explica o endocrinologista, está diretamente relacionada à musculatura. ''Já foi provado que quem tem músculo vive mais e quem tem a área do hipocampo no cérebro preservado, a da memória, também''. (C.P.)
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