São Paulo-O Brasil entrou no mapa do tráfico internacional de bens culturais. Essa é a constatação da Divisão de Repressão a Crimes contra Meio Ambiente e Patrimônio Histórico da Polícia Federal (PF), após o roubo dos quadros de Picasso, Matisse, Dalí e Monet do Museu da Chácara do Céu, no Rio, em 24 de fevereiro. Apesar de não querer ''militarizar'' os espaços, a direção dos museus faz da segurança assunto prioritário e articula ações integradas para combater o novo nicho do crime organizado no País. ''Acho que o momento é de fazer uma escalada de segurança. Você já viu Jaguar conversível parado na rua?'', diz o chefe da divisão, delegado Jorge Pontes. ''Esse crime é um marco. Vamos ter que repensar o paradigma de segurança'', diz o diretor do Departamento de Museus e Centros Culturais do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), José Nascimento Jr.

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