Major Hewitt fala de complô na morte de Lady Di8/Mar, 16:39 Londres, 8 (AE-ANSA) - A imprensa britânica criticou duramente hoje as declarações do major James Hewitt depois dele assegurar que, reconstituindo o acidente no qual morreu sua ex-amante, a princesa Diana, descobriu tratar-se de um complô. O militar declarou ao semanário GQ que a morte de Diana "foi sem dúvida um acidente organizado" e que ele próprio realizou a reconstituição do fato em Paris, onde a princesa faleceu no dia 31 de agosto de 1997. Hewitt contou que uma noite, depois de tomar um litro de vinho em um restaurante, conduziu uma Merceds Benz com quatro belas venezuelanas a bordo e que atravessou o túnel sob a Praça das Almas a duzentos quilômetros por hora, com alguns paparazzi por perto. "O caminho é completamento reto, não importa o quanto se está embriagado. Não é possível bater em uma coluna a não ser que alguma coisa o provoque", disse o major. Apelidado de "The rat" (o rato) pela imprensa londrina por sua exploração da relação secreta mantida com Diana, o militar fundamentou assim a tese que Mohammed al Fayed, o pai de Dodi, namorado de Diana, manteve desde o início. Os jornais londrinos reagiram com duros insultos contra o militar e sua teoria de complô. O jornal The Sun não economizou adjetivos e o qualificou de doente, desequilibrado, perverso e patético, inclusive por ter definido a morte como um "bom avanço na carreira" de Diana agora tida como santa.

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