Mais um lote de Microvlar será investigado no AM
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sexta-feira, 07 de agosto de 1998
Agência Estado 
Duas mulheres engravidaram apesar de estarem tomando o anticoncepcional Microvlar, do lote 134, fabricado em março de 1997, pelo Laboratório Schering do Brasil, segundo o procurador-chefe da República no Amazonas, Sérgio Jairia Ferreira. De acordo com o procurador, trata-se de um lote diferente daquele que o próprio laboratório divulgou como sendo de pílulas falsas. Uma perícia deve apontar se houve falha da eficácia do remédio ou se as pílulas do lote 134 também são falsificadas. O laboratório, em São Paulo, disse que o lote em questão não é falso e tem validade de cinco anos.
Para o procurador, nada impede que se proceda a investigação também deste lote. São duas mulheres grávidas que usavam o anticoncepcional corretamente, afirmou. Ontem, Sérgio Ferreira encaminhou ao procurador Duciran Farena, Procuradoria Regional de São Paulo, as duas ações contendo as cartelas com pílulas e as denúncias com pedido de indenização para Lilian Reis, de 27 anos, e Maria Nilce de Almada Ribeiro, de 20.


