Curitiba-Mais uma área desmatada foi encontrada em Candói (76 quilômetros a oeste de Guarapuava). O local fica na mesma propriedade onde foi descoberto, na última sexta-feira, o desmate de cerca de 500 hectares de araucárias, cedro, canela e imbuia. Mas, desta vez, os cortes foram feitos perto das margens de um rio, área considerada de proteção permanente. O local onde aconteceram as degradações estava cotado para ser transformado em uma unidade de preservação nacional.
''Conforme o Código Florestal todos as beiras de rios, córregos e nascentes são área de preservação permanente porque têm uma função ecológica fundamental, como a preservação da qualidade da água, por exemplo'', explicou o coordenador técnico da força-tarefa das araucárias do Ibama e biólogo do Ministério do Meio Ambiente, Maurício Savi. Por causa da chuva, o Ibama ainda não tem o tamanho exato do desmatamento e nem de quando será a multa aplicada aos proprietários.
A reportagem da Folha tentou entrar em contato com o dono do local, mas foi informada que ele estava viajando.

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