A partir de 2015, o curso de Medicina passará de 6 para 8 anos e os estudantes terão de trabalhar 2 anos no Sistema Único de Saúde (SUS) antes de conseguir o diploma. A ideia é ampliar a oferta de médicos e melhorar a formação. Definida por medida provisória, a ampliação deverá ser regulamentada em 180 dias. Na Saúde, os gastos devem chegar a R$ 45,7 bilhões até 2020.
O programa do Ministério da Saúde, batizado de Mais Médicos, inclui ainda o recrutamento de profissionais estrangeiros para trabalhar em áreas prioritárias, a abertura de 11.447 novas vagas para graduação e outros 12.376 postos de especialização em áreas consideradas prioritárias até 2017.
No primeiro ano, estudantes vão atuar na rede de atenção básica. No segundo ano, o trabalho será feito nos serviços de urgência e emergência. Os alunos continuarão vinculados à instituição de ensino onde foi feita a graduação e, assim como ocorre com a residência, serão avaliados. A carga horária ainda não foi definida.
Pela proposta, o segundo ciclo poderá ser aproveitado para abater um ano de curso de residência em especialidades básicas, como Medicina de Família, Ginecologia, Obstetrícia, Pediatria e Cirurgia Geral. Há também a possibilidade de o período ser incluído na contagem para cursos de mestrado.

Os profissionais contratados receberão uma bolsa do Ministério da Saúde de 10 mil reais. Além disso, eles serão supervisionados por instituições públicas de ensino

Médicos graduados no exterior devem ter conhecimentos em língua portuguesa e autorização para livre exercício da medicina em seu país de origem

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

mockup