Assunção, 26 (AE-AP) - O presidente paraguaio, Luis González Macchi, prosseguiu hoje (26) com sua reorganização das Forças Armadas, decretando a passagem para a reserva de mais de uma centena de militares considerados leais ao general da reserva golpista Lino Oviedo.
O expurgo atingiu 18 generais e 92 coronéis e outros oficiais responsáveis por grandes unidades militares durante o governo do oviedista Raúl Cubas, que deixou o cargo em 18 de março, depois do assassinato de Luis María Argaña.
Após a renúncia, Cubas asilou-se no Brasil e Oviedo, na Argentina. Os dois foram responsabilizados pela autoria intelectual do ataque, que resultou na morte de Argaña, vice-presidente paraguaio e inimigo declarado de Oviedo.

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