Mães reclamam de demora em atendimento no PAI
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domingo, 02 de maio de 2004
Fernando Rocha Faro<br> Reportagem Local 
Com a filha de dois meses no colo, a dona de casa Laís de Moraes, 17 anos, era uma das dezenas de mães na fila do Pronto Atendimento Infantil (PAI) na tarde de ontem. O clima era de revolta. Apesar de ter chegado às 14 horas, sua filha Laiane não havia sido atendida até o final da tarde. ''Nem remédio deram para cortar a febre dela'', queixou-se a moradora de uma ocupação no Jardim Califórnia (Zona Sul).
Moradora do Conjunto Farid Libos (Zona Norte), Adriana da Silva, 26, também reclamou da demora no atendimento. ''A situação da saúde em Londrina está um caos. Tem que por mais médicos aqui'', cobrou a mãe de Carlos Eduardo, de apenas cinco meses, que também apresentava sintomas de gripe. ''A rotina é esta. É normal esperar por mais que duas horas'', revelou Maria do Nascimento, que buscava atendimento para o filho Adriano, 3.
Uma funcionária do posto afirmou ontem que, por determinação da direção, informações só seriam prestadas amanhã (hoje) pela assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde.


