Mudanças na alimentação e prática de caminhada diária fizeram mãe e filha emagrecer. A dona de casa Maria Cândida Batista Effgen, de 68 anos, já sabia que a filha Jaqueline Aparecida Effgen, de 23 anos, estava um pouco ''cheinha'', mas não sabia o que fazer para que ela emagrecesse.
Diagnosticada com excesso de peso, Jaqueline foi encaminhada para a clínica de nutrição da Unifil. Lá aprendeu sobre a importância de comer mais vegetais, e de fazer caminhadas. A mãe foi orientada a tirar massas e frituras da alimentação e passou a caminhar com a filha. O resultado foi animador: em um ano, Jaqueline emagreceu 10 quilos, e a mãe, 11.
No caso da menina Denise Cristina Ribeiro de Medeiros, de 11 anos, filha da dona de casa Nadir Ribeiro Medeiros, de 42 anos, o problema era a magreza. A paralisia cerebral prejudicou movimentos de todo o corpo e um pouco da fala, e só uma parte do sistema cognitivo. A alimentação, lembra a mãe, era muito restrita porque a menina só queria leite, macarrão instantâneo e iogurte.
Na clínica, a mãe aprendeu a enriquecer a alimentação, com sucos de laranja, beterraba e cenoura, por exemplo. E a menina, se comprometeu com a equipe de nutricionistas a experimentar novos tipos de alimentos, e foi gostando. Desde abril, já engordou 15 quilos. O acompanhamento, ressalta a nutricionista Maria Cristina Corrêa, pode começar desde cedo, até mesmo com bebês. (C.P.)

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