Um es­tu­do pu­bli­ca­do na re­vis­ta cien­tí­fi­ca Pho­to­che­mistry and Pho­to­bio­logy e pro­du­zi­do pe­la So­cie­da­de Ame­ri­ca­na de Fo­to­bio­lo­gia nos Es­ta­dos Uni­dos con­cluiu que a luz emi­ti­da de te­las de com­pu­ta­dor po­de cau­sar man­chas à pe­le hu­ma­na. O es­tu­do afir­ma ain­da que a luz ar­ti­fi­cial emi­ti­da por te­las LCD e lâm­pa­das fluo­res­cen­tes usa­das em es­cri­tó­rios têm o po­der de agre­dir a pe­le e cau­sar pe­que­nas man­chas com o pas­sar do tem­po. A re­vis­ta lem­bra que há um con­sen­so cien­tí­fi­co em tor­no da agres­si­vi­da­de dos ­raios UVA e UVB emi­ti­dos pe­lo sol, mas pou­cas aná­li­ses so­bre o fei­to da luz vi­sí­vel (ter­mo téc­ni­co pa­ra de­fi­nir a luz de mo­ni­to­res e lâm­pa­das) so­bre a pe­le hu­ma­na. Se­gun­do o es­tu­do, a luz de mo­ni­to­res tem bai­xa agres­si­vi­da­de, mas a ex­po­si­ção con­tí­nua das ­mãos, bra­ço e ros­to a lu­mi­no­si­da­de do com­pu­ta­dor tem con­se­quên­cias ­ruins pa­ra nos­sa pe­le. A aná­li­se diz que fi­car oi­to ho­ras por dia na fren­te do com­pu­ta­dor equi­va­le a to­mar sol por 1 mi­nu­to e vin­te se­gun­dos. Uma for­ma de blo­quear os efei­tos ­ruins da luz vi­sí­vel é o uso de pro­te­to­res so­la­res. O es­tu­do ad­ver­te pa­ra o fa­to de que há pou­cos pro­te­to­res no mer­ca­do que pro­te­gem tam­bém con­tra a luz vi­sí­vel. A ­maior par­te de­les tem fa­tor de pro­te­ção ape­nas con­tra os ­raios so­la­res.

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