Londrina registra maior redução de latrocínios desde 2016
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quarta-feira, 08 de janeiro de 2020
Rafael Machado - Grupo Folha 
A Polícia Civil encerrou 2019 como o período em que menos latrocínios - roubos seguidos de mortes - foram contabilizados em Londrina. No ano passado, foram dois casos, contra quatro em 2018, cinco em 2017 e seis em 2016, último ano do levantamento obtido pela FOLHA com o órgão. A investigação para esse tipo de crime é feita pelo setor de Furtos e Roubos da 10ª Subdivisão Policial (SDP).

Segundo o delegado-chefe de Londrina, Osmir Neves, a apuração "já começa no local do delito com a coleta de vestígios e informações, semelhantemente a um homicídio. A diferença é que essas diligências são realizadas por investigadores que têm contato diário com assaltantes, o que possibilita um mapeamento mais efetivo", declarou.
A cidade ficou mais de um ano sem registrar latrocínios. Em 2018, a última ocorrência envolveu o empresário Rafael Francisco Martins, que tinha 48 anos e foi morto após levar um tiro ao sair do condomínio onde morava, na zona sul. Ele estava com a esposa no carro, mas a mulher sobreviveu. Três suspeitos, incluindo um adolescente, foram detidos pela polícia.
Em 2019, os londrinenses se chocaram com o assassinato do atendente Hannan Silva, 21 anos, na praça Rocha Pombo, região central. De acordo com a investigação do caso, que aconteceu em outubro, a vítima foi estrangulada por um rapaz que tem a mesma idade.
Uma semana antes, ele também teria matado um homem no Bosque Central, que trabalhava como cozinheiro em um shopping do município. O suspeito foi preso pelos policiais civis e continua respondendo os processos criminais atrás das grades.


