Belinati e Alex, muito confiantes com o futuro de LondrinaPara o vice-prefeito de Londrina e presidente da Codel, Alex Canziani Silveira, Londrina começa a dar um outro salto econômico. ‘‘Depois do Ciclo do Café, agora é o Ciclo das Indústrias. Desde o começo do ano de 1997, a administração municipal tem procurado atuar com uma arrojada política para a atração de novos investimentos. Através da Companhia de Desenvolvimento de Londrina, a Codel, foram anunciadas mais de duas dezenas de empreendimentos que somam algo superior a US$ 400 milhões em investimentos e oferecem cerca de 5 mil novos postos de trabalho’’.
‘‘Na verdade - assinala o titular da Codel -, o ano de 1997 foi bastante feliz para Londrina, o que nos impulsiona para novos negócios em 98. Por intermédio de contatos abertos com empresas nacionais e internacionais, sobretudo em função de recentes visitas que empreendemos à Europa, Estados Unidos e Oriente, é possível atrairmos novos negócios para a cidade, em pouco espaço de tempo. Alguns contatos já foram viabilizados e, diga-se de passagem, há empresários interessados em vir para cá. Acreditamos que ainda no primeiro semestre de 98, poderemos fazer novos anúncios’’.
Alex insiste que ‘‘é bom salientar também que esta Administração não se preocupa apenas em investir numa política para a atração de empreendimentos com origem em outras localidades. Temos ciência da importância em se apoiar as empresas já estabelecidas na cidade. Elas, que tanto batalharam e se sacrificaram para se autoviabilizarem, recebem também nossa atenção. O caso da Herbitécnica serve de exemplo. Há 27 anos funcionando, a empresa recebeu apoio da Codel para a aquisição de uma área de 50 mil metros quadrados. A Codel também procura viabilizar a formação de condomínios industriais para apoiar as pequenas e microempresas do município. São fatos em gestação e, ainda em 98, poderão se concretizar. Reconhecemos a importância da industrialização na geração de riqueza econômica e no desenvolvimento social do londrinense, mas o avanço econômico e social não se resume, apenas, às indústrias, empiricamente falando. Outra fonte de divisas, o turismo, também é meta da Codel’’.
A este respeito, o vice-prefeito de Londrina assinala:
‘‘O turismo, a ‘indústria sem chaminés’, é um dos segmentos econômicos que mais crescem no mundo. E não se resume apenas a praias, sol, cachoeiras, sombra e água fresca. Gastronomia, zona rural, eventos e realização de negócios, por exemplo, podem se encaixar no desenvolvimento turístico. Por isso já existem o turismo gastronômico, o turismo rural, o turismo de eventos e de negócios. Imagine uma cidade como Londrina, um centro médico e de serviços por excelência, uma região com atrativos comerciais diversificados, sendo valorizada e centralizando diferentes eventos! É dinheiro novo que entra na praça, são recursos investidos na cidade. Esse tipo de turismo, embora com grande potencial econômico e gerador de riquezas, chegou recentemente ao Brasil. Começou a ganhar força há pouco tempo, sobretudo nos grandes centros econômicos. Londrina, portanto, não pode ficar de fora dessa. O que for possível para enriquecer a cidade, faremos’’, completa.

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