Londres fecha em queda de 0,14%; Paris sobe 0,29%.
Londres, 27 (AE-DOW JONES) - A Bolsa de Londres fechou hoje (27) com o índice FT-100 em queda de 8,7 pontos (0,14%), em 6.375,2 pontos. O volume ficou em 757 milhões de ações negociadas. O mercado operou boa parte do pregão em leve alta, com o FT-100 chegando a subir 29,4 pontos. O recuo no final do pregão foi atribuído à influência da baixa em Nova York, depois de o presidente do Fed, Alan Greenspan, ressuscitar as preocupações do mercado com a inflação.
Operadores citados pela Dow Jones disseram que o volume foi pequeno pelo fato de a próxima segunda-feira ser feriado em Londres; além disso, não houve notícias econômicas ou corporativas que movimentassem o mercado. As ações da Reed International subiram 6,8%, recuperando-se de quedas recentes. As do grupo Kingfisher avançaram 3,85%, em reação ao anúncio do governo francês de que o imposto sobre valor agregado (IVA) sobre reformas residenciais será reduzido de 20,6% para 5,5%; o grupo Kingfisher controla a francesa Castorama Dubois, do setor de materiais de construção.
Na Bolsa de Paris, o índice CAC-40 subiu 13,34 pontos (0,29%)
para fechar em 4.642,71 pontos. A alta foi liderada pelas ações da rede varejista Promodes, que avançaram 6,7% em meio a rumores de que a Carrefour estaria para fazer uma oferta pela empresa. As ações da Carrefour subiram 2,9%. No setor de materiais de construção, as ações da Castorama Dubois subiram 4,2% e as da Lafarge avançaram 4,4%. Horas antes de as autoridades reguladoras francesas anunciarem sua decisão sobre a "guerra das fusões", as ações do Societé Générale caíram 1,3% e as do BNP fecharam em queda de 0,65%.
Na Bolsa de Frankfurt, o índice Xetra-DAX subiu 31,02 pontos (0,57%) e fechou em 5.420,36 pontos. "O mercado quer subir e o fechamento acima de 5.400 pontos é um bom sinal. Poderemos ver o DAX acima de 5.500 pontos na próxima semana, dependendo da força do mercado de Nova York", disse Milan Stahl, do DG Bank. As ações da BMW subiram 4,0% e as da Volkswagen avançaram 2,2%. As da rede varejista Metro fecharam em alta de 3,5%. As dos bancos reverteram a recente tendência de queda (Commerzbank +2,9%, Dresdner Bank +1,6%).





