Londres fecha em queda de 0,02%; Paris cai 0,43%.
Londres, 08 (AE-DOW JONES) - A Bolsa de Londres fechou hoje (08) com o índice FT-100 em baixa de 1,0 ponto (0,02%), em 6.199 40 pontos. O volume ficou em 885 milhões de ações negociadas. Segundo a Dow Jones, o mercado operou boa parte do pregão em baixa, recuperando-se depois de a Bolsa de Nova York passar a subir. As ações da Vodafone-Airtouch voltaram a subir, fechando em alta de 3,4%, ainda em reação à fusão entre a MCI Worldcom e a Sprint.
No setor de petróleo, as ações da BP Amoco caíram 3,3% e as da Shell fecharam em queda de 3,4%, em reação à baixa nos preços internacionais do produto. As ações do setor farmacêutico voltaram a subir, depois de recomendações positivas feitas por analistas (Glaxo Wellcome +3,8%, Smithkline Beecham +1,97%, Astrazeneca +1,02%. No setor ferroviário, sofreram fortes quedas as ações das empresas que operavam os trens envolvidos no acidente de terça-feira (Go-Ahead -6,5%, Fir stgroup -6,7%).
Na Bolsa de Paris, o índice CAC-40 caiu 20,33 pontos (0,43%), para fechar em 4.721,93 pontos. As ações da empresa de engenharia elétrica Schneider Electric subiram 5,3%, em meio a rumores de que o grupo sueco-suíço ABB estaria para fazer uma oferta pela companhia. As da indústria de isqueiros e canetas descartáveis Bic avançaram 4,3%, devido a especulações de que ela estaria para comprar a fabricante de lápis Reynolds; as ações da Reynolds subiram 20% esta semana, até serem suspensas, a pedido da própria companhia, no meio do pregão de quarta-feira. As ações dos setores de comércio varejista e de produtos de luxo caíram, com os investidores realizando lucros depois das altas recentes (Promodes -3,4%, Pinault Printemps-Redoute -3,2%, Carrefour -1,7%).
A Bolsa de Frankfurt fechou estável, com o índice Xetra-DAX recuando 0,05 ponto (0,0009%), para fechar em 5.419,26 pontos . Os destaques positivos foram Deutsche Telekom e Lufthansa. As da DT subiram 2,6%, depois de a empresa anunciar que vai recorrer a um tribunal internacional em sua disputa com a Elektrim, da Polônia, pelo controle de uma companhia de telefonia celular. As da Lufthansa avançaram 3,5%, depois de seu presidente, Jurgen Weber, dizer que as empresas integrantes da Star Alliance (que inclui a brasileira Varig) estão dispostas a investir dinheiro para manter a Air Canada na aliança. A companhia canadense está estudando uma proposta de fusão que a colocaria numa aliança internacional rival da Star, a Oneworld. Entre os destaques negativos estavam Basf (-4,2%), em reação a um relatório sobre as vendas das empresas do setor químico, e as do setor elétrico (Viag -2,1%, Veba -3,5%, RWE -1,8%).





