Londres fecha em alta de 1,3%; Paris sobe 0,1%.
Londres, 11 (AE-DOW JONES) - A Bolsa de Londres fechou hoje (11) com o índice FT-100 em alta de 81,4 pontos (1,3%), em 6.484 8 pontos. O volume ficou em 916,3 milhões de ações negociadas. O mercado londrino reagiu à abertura em alta em Nova York (o Dow Jones subia 40 pontos quando Londres fechou) e aos indicadores positivos divulgados ontem no Japão e na Alemanha, além de um novo corte de taxas de juro pelo Banco da Inglaterra.
"Foi um excelente desempenho para as ações britânicas e ninguém esperava isso. Se você perguntasse a qualquer um, a expectativa seria de queda, depois da baixa de ontem em Wall Street. Mas nós estamos reduzindo as taxas de juro e os dados do PIB da Alemanha e do Japão também ajudaram", comentou David Butler, da Theather & Greenwood.
Ontem, o Banco da Inglaterra reduziu a taxa básica de juros pela sétima vez em nove meses (de 5,25% para 5,00%), enquanto A Alemanha divulgou crescimento de 0,4% em seu PIB no primeiro trimestre e o Japão anunciava uma expansão de 1,9%, depois de seis trimestres consecutivos de retração. Um dealer ouvido pela Dow Jones acrescentou que a possível elevação das taxas de juro pelo Fed norte-americano já está embutida nos preços.
Na Bolsa de Paris, o índice CAC-40 subiu 4,84 pontos (0,1%), para fechar em 4.385,83 Pontos. "Os dados do PPI nos EUA foram contraditórios, mas eu acho que qualquer elevação das taxas de juro pelo Fed já está embutida nos preços", disse Frederic Sauvegrain, da corretora Oddo. As ações da Renault subiram 9,4%, depois de terem avançado 6,3% ontem, em reação a declarações positivas sobre a aliança da empresa com a japonesa Nissan. As da fabricante de bebidas Remy-Cointreau subiram 6,5%, em reação aos números do PIB do Japão, um de seus principais mercados.
Na Bolsa de Frankfurt, o índice DAX-30 subiu 55,68 pontos (1 07 %) e fechou em 5.262,15 pontos, enquanto o Xetra-DAX, do mercado eletrônico, avançou 94,52 pontos (1,8%), para 5.296,01 pontos. Traders disseram que os dados do PPI reduziram os temores de uma elevação das taxas de juro nos EUA. As ações da DaimlerChrysler subiram 2,9%, em meio a especulações de uma fusão envolvendo sua subsidiária aeroespacial, a Dasa. As ações cíclicas reagiram aos sinais de recuperação econômica na ásia (Bayer +2,3%, Thyssen-Krupp +2,2%).





