Londres, 18 (AE-DOW JONES) - A Bolsa de Londres fechou hoje (18) com o índice FT-100 em alta de 34,2 pontos (0,5%), em 6.527 8 pontos. O volume alcançou 1 bilhão de ações negociadas. A alta foi atribuída à recuperação de algumas ações que haviam caído muito no começo da semana, como British American Tobacco (+5,2%)
Tesco (+3,6%) e Cadbury Schweppes (+2,5%).
O mercado londrino operou a maior parte do pregão em alta, com o FT-100 alcançando a máxima de 6.593,1 pontos, devido à cobertura de posições vendidas relacionada ao vencimento de opções e futuros. O recuo coincidiu com movimento semelhante em Nova York, refletindo cautela dos investidores antes do início da temporada de divulgação de resultados do segundo trimestre nos EUA.
"Os estrategistas estão pessimistas quanto a esses resultados, Podemos ver o Nasdaq caindo de novo", disse um trader ouvido pela Dow Jones.
Na Bolsa de Paris, o índice CAC-40 subiu 3 0,79 pontos (0,7%) e fechou em 4.539,56 pontos, seu terceiro nível recorde da semana. A alta foi atribuída ao avanço das ações do grupo químico Sanofi-Synthelabo e às do banco Societé Générale. As do Sanofi-Synthelabo avançaram 3,2%, em reação ao anúncio de sua inclusão no índice Dow Jones Eurostoxx-50. As do SocGen subiram 3,3%, depois de a diretoria do Paribas manifestar apoio à sua oferta de compra, feita em contraposição à oferta "hostil" feita pelo Banque Nationale de Paris.
Na Bolsa de Frankfurt, o índice DAX-30 subiu 18,32 pontos (0 34%) e fechou em 5.430,32 pontos, enquanto o Xetra-DAX, do mercado eletrônico, caiu 78,32 pontos (1,5%), para 5.337,19 pontos. O mercado operou em alta, mas, depois do fechamento do pregão viva-voz, o Xetra-DAX despencou cerca dd 2% em poucos minutos.
O movimento foi atribuído a um ajuste de posições relacionado ao fato de o peso das ações da Deutsch e Telekom no DAX ter crescido para 13% no fechamento. Isso coincidiu com o "triple witching", o vencimento simultâneo de futuros e opções de ações e índices. As ações da Deutsche Telekom subiram 1,5%. Outras que estiveram em alta durante quase o pregão fecharam em queda, como DaimlerChrysler (-1,1%) e Thyssen-Krupp (-1,4%).

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