Londres fecha em alta de 0,34%; Paris sobe 3,41%.
Londres, 03 (AE-DOW JONES) - A Bolsa de Londres fechou hoje (03) com o índice FT-100 em alta de 21,5 pontos (0,34%), em 6 324,3 pontos. O volume alcançou 2,5 bilhões de ações negociadas. Operadores ouvidos pela Dow Jones disseram que o mercado ignorou a elevação das taxas de juro de curto prazo pelo Banco Central Europeu, anunciada pela manhã. O FT-100 chegou a subir 1,4%, mas recuou sob pressão de fortes quedas das ações da Vodafone Airtouch e da BP Amoco. As ações da Vodafone caíram 4,4%, em meio a informes não-confirmados de que a empresa chegou a um acordo com a alemã Mannesmann para uma fusão de US$ 182 milhões. As da BP Amoco, do setor de petróleo caíram em reação ao veto, pela Federal Trade Comission norte-americana, de sua fusão com a Arco (Atlantic Richfield). A Dow Jones não informou de quanto foi a queda das ações. Os setores de tecnologia e telecomunicações, por sua vez., voltaram a liderar o mercad o (Colt Telecom +16%, Energis +14%, Misys +6,4%). As da Reuters subiram 8,3%, em reação ao anúncio de uma joint-venture entre a empresa e a Equant para a criação de uma rede mundial de informações financeiras via internet.
Na Bolsa de Paris, o índice CAC-40 avançou 202,81 pontos (3 41%), para fechar em 6.149,67 pontos (novo nível recorde). A liderança também ficou com as ações de tecnologia e telecomunicações. As ações da Alcatel subiram 12%, depois de a empresa divulgar seus resultados de 1999. As da France Telecom fecharam em alta de 10%, em meio a especulações de que ela poderá fazer uma oferta pela britânica Orange, controlada pela Vodafone, caso saia a fusão entre esta e a Mannesmann. As da Equant avançaram 6,8%, em reação à notícia da aliança com a Reuters.
Na Bolsa de Frankfurt, o índice Xetra-DAX subiu 182,31 pontos (2,54%) e fechou em 7.354,26 pontos. O destaque foi Deutsche T elekom, cujas ações subiram 13%. As da Mannesmann avançaram 9 67% e as da Siemens fecharam em alta de 5,5%. As da montadora BMW subiram 5,8%, depois de um porta-voz da família Quandt, sua principal acionista, negar rumores de que a companhia esteja em negociações para ser comprada pela General Motors.





