Brasília - Registros do livro-caixa do PCC (Primeiro Comando da Capital) obtidos pela CPI do Tráfico de Armas detalham os gastos da organização criminosa. Há despesas com enterros, provavelmente de integrantes da quadrilha, compra de armamento pesado e até pagamento a advogados. Segundo o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), os documentos (três páginas) foram repassados à CPI pela polícia de São Paulo. O livro-caixa registra saídas e entradas de recursos. Em dezembro de 2004, a facção recebeu R$ 442.598 e gastou R$ 285.810, registrando saldo positivo de R$ 115.998.

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