RIO - O principal líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), João Pedro Stédile, poderá ser enquadrado na Lei de Imprensa, que prevê pena de detenção de até um ano para quem utiliza os meios de comunicação com a finalidade de incitar a prática de infração às leis penais. A medida está sendo estudada pela promotora Dora Beatriz, titular da 1ª Promotoria de Investigação Criminal do Rio. A promotora enviou ontem à tarde notificação para a sede nacional do MST, em São Paulo, a fim de que Stédile preste declarações, por escrito, sobre as entrevistas que concedeu semana passada no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio.

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