Tóquio, 30 (AE-AP) - Fumihiro Joyu, um líder idoso da seita apocalíptica Verdade Suprema, responsável pelo ataque com gás sarin ao metrô de Tóquio em 1995, expressou arrependimento pelos crimes que cometeu de acordo com um comunicado da seita divulgado hoje (30).
Joyu foi saiu ontem da prisão após cumprir uma sentença de três anos por perjúrio e falsificação. Ele foi um dos líderes do grupo que não foi condenado por ligações com o ataque do gás sarin, que matou 12 pessoas.
O comunicado, divulgado pelo atual líder da seita, Tassuko Muraoka, não mencionou o ataque ao metrô ou informou se Joyu estava arrependido pelas mortes ocorridas durante o ataque, mas afirma que ele "arrepende-se profundamente pelos crimes que ele pessoalmente cometeu. Joyu também abandonou o título religioso honorífico que lhe foi concedido pelo fundador da seita, Shoko Asahara.

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