São Paulo, 25 (AE) - O leilão de privatização da Companhia de Geração do Tietê, com capacidade de gerar até 2.600 megawatts está confirmado para depois de amanhã, na Bolsa paulista. Até o momento não há retirada de consórcios internacionais do negócio. O preço mínimo da empresa é de R$ 721 milhões.
Analistas entendem que a posição do governo de Minas Gerais sobre os acionistas minoritários da Companhia Energética de Minas Gerais, não terá influência direta sobre o leilão da Tietê, que é um negócio diferente.
A decisão do governo paulista, através do Programa Estadual de Desestatização é de manter o leilão normalmente para o dia 27.
Os seis consórcios habilitados são os seguintes: Duke Energy, VBC, Relliant, AET, AES e Tractebel/Gerasul. A Duke, que adquiriu recentemente o controle da Paranapanema, poderá não participar do leilão. Ela temeria um efeito Cemig no after day da Tietê, o que vem sendo desmentido pelo governo do Estado, que jura respeitar o que acertou para a privatização da Cemig.

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