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. | Foto: Reprodução/Facebook

O Instituto de Criminalística de Londrina concluiu o laudo de exames de avarias no veículo que causou a morte de Vanessa do Prado Alves Machado, 33, por atropelamento, em março deste ano em Arapongas (região metropolitana de Londrina).

A mulher foi atropelada por uma Volkswagen Saveiro 1.6 branca que trafegava na contramão na madrugada do dia 3 de março quando saía de uma igreja com o namorado e um amigo. Vanessa morreu três dias depois.

O acusado do crime, Rodrigo Batistoni, 19 anos, foi preso no dia 8 do mesmo mês.

De acordo como laudo, o veículo “possui marcas de acidente de trânsito, faltando o vidro dianteiro, o qual foi supostamente danificado durante o atropelamento”. O exame do veículo foi realizado no Depósito da Polícia Civil de Arapongas, e é assinado pelo perito criminal Jorge Luiz Audibert.

Conforme o documento, a Saveiro “apresentava avarias de pequena monta”, mas não foi possível definir a sede do impacto a partir dos danos presentes, “pois a avaria principal se caracterizada principalmente pela ausência e possível rompimento do vidro da região anterior (para-brisa)”.

Além disso, que “observou-se que a tampa do compartimento do motor e outras partes da carenagem do flanco esquerdo desta mesma região apresentavam sinais de reparos recentemente realizados, com aplicação de pintura e posterior polimento sobre referidos os consertos".

As avarias do veículo citadas pelo perito são: rompimento do vidro da região do para-brisa, indicando que os fragmentos maiores do vidro para-brisa foram retirados; rompimento parcial do para-choque da região anterior, com ênfase na região do flanco esquerdo, aparentando que não foi restaurado por meio de pintura, mas somente lavado e posteriormente polido.

O laudo descreve ainda amassamentos leves: no flanco esquerdo da região anterior da tampa do compartimento do motor, com sinais de reparação dessa tampa do compartimento do motor e posterior polimento de toda a tampa; e na carenagem da roda anterior do flanco esquerdo (paralama), próximo à região da tampa do compartimento do motor.

Também há “sinais de pintura aplicada de forma excessiva e sem cuidados de limpeza na região da dobradiça da tampa do compartimento do motor e no vidro fixo localizado na região posterior da porta do condutor do veículo”.

O perito diz ainda que o conjunto farol e lanterna da região anterior do flanco esquerdo do veículo se achavam fora de sua posição de origem, apresentando-se mais aprofundada que o posicionado simetricamente do outro lado do veículo, indicando que o farol e lanterna localizados na região anterior do flanco esquerdo também sofreram reparos recentes.

O laudo registra ainda que os pneus estavam em boas condições de uso, que o exame estático da direção e dos sistemas de segurança (freios) não apresentou falha aparente, bem como faróis e lanternas também funcionavam normalmente.

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