São Paulo, 11 (AE) - Ao colocar no mercado uma nova opção de embalagem, a Batavia acertou em cheio o público jovem com a nova lata de alumínio para o achocolatado Chocomilk. O produto já era vendido em caixas de tetrapack, grande para consumo doméstico, e pequeno com canudinho para consumo individual.
"As pesquisas mostraram que o jovens consumiam o produto em casa mas ficavam constrangidos de tomar de canudinho na frente dos amigos", conta a gerente de Marketing da área de Lácteos da Batavia, Claudio Irie. "As vendas cresceram 15% com o lançamento da lata", diz.
A Sofruta, com uma linha de doces e atomatados, conseguiu aumentar em 15% suas vendas a partir de outubro do ano passado com a reformulação dos rótulos de toda a linha, uniformizando o logotipo e o nome do produto. O novo copo do doce de leite, desenvolvido com exclusividade pela Nadir Figueiredo, aumentou as vendas em 32%.
"Antes o doce vinha numa embalagem, agora vem num copo que serve como embalagem", compara o diretor geral da Sofruta, Enzo Carro Donna. Os atomatados Sofruta também são agora acondicionados em copos de vidro, seguindo a tendência mundial. "O consumidor quer ver o que está comprando", diz Donna.
A Cica está fazendo sucesso com sua embalagem, que não segue a tendência de envólucro transparente mas atende a outro anseio do consumidor: tem uma tampa, do mesmo material da lata, que ajuda a conservar o produto na geladeira. Uma embalagem parecida está sendo utilizada pela Nestlé na linha Moça Fiesta. Semelhante às tampas usadas há anos nos copos de requeijão, a tampa é fechada a vácuo e só pode ser aberta com a retirada do lacre plástico.
Facilitar o armazenamento do produto também foi um dos objetivos da Refinações de Milho Brasil ao lançar a nova embalagem da maionese Hellmanns, num saco plástico com bico abre e fecha, parecido com os de saco de confeitar. A empresa investiu US$ 1 milhão para lançar a nova embalagem, no mercado desde o final de maio.

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