Laser de argônio é pouco usado
O uso do laser de argônio para o tratamento da DMRI, segundo o oftalmologista Gildo Fujii, de Londrina, é restrito a alguns tipos de degeneração. E mesmo assim, tem a desvantagem de 50% dos casos reincidirem depois de um ano.
''A gente só faz quando a lesão é pequena e não está na parte central da retina, para não tirar a visão central. E como tem 50% de retorno depois de um ano, é pouco usada'', explica, lembrando que hoje o grande tratamento ''é o farmacológico''. ''É o que realmente tem potencial para ajudar o paciente de forma benéfica'', afirma.
Quanto às ''consultas'' pela internet, Fujii lembra que a rede é ''uma fonte riquíssima de informação'', sobre problemas de saúde, mas é preciso um filtro para separar o que é bom do que é ruim. ''A pessoa pode acabar lendo alguma coisa que vai assustar de forma desnecessária'', avalia.(C.P.)





