Lançado banco de dados sobre adoção
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 29 de abril de 2008
Agência Estado 
Brasília - Os juízes da Infância e da Juventude de todo o País têm prazo de seis meses para incluir no Cadastro Nacional de Adoção, lançado ontem, todos os dados sobre crianças e adolescentes que aguardam pais adotivos e adultos que pretendem adotar. A resolução que cria o cadastro foi assinada ontem pelo presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. O cadastro é o primeiro banco de dados do País sobre adoção e também sobre abrigos que recebem crianças e adolescentes órfãos ou que vivem longe dos pais.
A principal vantagem do cadastro é permitir que os juízes tenham acesso a informações de todas as comarcas e possam buscar crianças que se enquadrem no perfil dos pretendentes a pais. Atualmente, os dados ficam restritos aos municípios ou, no máximo, a alguns Estados que têm informações sistematizadas, como Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraíba. Outro avanço é que os candidatos a pais poderão fazer a inscrição apenas em um município e os dados ficarão disponíveis em todo o País.


