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Londrina

Geral

m de leitura Atualizado em 18/05/2022, 14:49

Ladrões de relógios de luxo que atuavam em Londrina são presos

Pai e filho já tinham passagens pela polícia; operação Genebra apreendeu dinheiro, veículos, armas e munições

PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 18 de maio de 2022

Reportagem local
AUTOR autor do artigo

Foto: Divulgação Polícia Civil do Paraná
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A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quarta-feira (18) a operação Genebra, que investiga roubos de relógios Rolex e joias em Londrina. Em fevereiro deste ano foi concluído um inquérito policial que identificou a autoria de oito roubos praticados contra oito vítimas distintas, das quais foram subtraídos nove relógios de grife. Na época, um homem de 34 anos foi preso.

Dando continuidade nas investigações, foram identificados mais dois autores envolvidos nesta mesma associação criminosa, em que os envolvidos vinham de São Paulo e tinham em Londrina o suporte para receber as informações de alvos em potencial, bem como apoio na logística para obtenção de armas, veículos e esconderijos para os roubos.

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas regiões oeste e norte Mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas regiões oeste e norte
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas regiões oeste e norte |  Foto: Divulgação Polícia Civil do Paraná
 

Nesta quarta foram cumpridos três mandados de busca e apreensão nas zonas norte e oeste da cidade. Foram apreendidos pelos policiais uma pistola calibre 45 com kit rajada, dois carregadores 9mm alongados, 49 munições, uma caminhonete, uma motocicleta, mais de R$ 7,2 mil em dinheiro e oito celulares. Também foram recuperados R$ 500 mil em relógios.

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Na casa onde foram apreendidos os objetos ainda foram presos dois membros da associação criminosa. Pai e filho, de 48 e 18 anos, respectivamente. De acordo coma Polícia Civil, ambos têm passagens. O jovem de 18 anos, por exemplo, já havia sido preso em março deste ano com três pistolas usadas em confronto com a PM (Polícia Militar). 

EXPECTATIVA

Outros dois supostos membros dessa mesma associação já foram mortos em confronto com a Polícia Militar, sendo um deles em março deste ano e o outro em dezembro do ano passado. “Com a prisão desses agentes, a Polícia Civil espera uma redução da incidência desta modalidade de crime que envolve especialidade em sua prática e também alto valor no que se refere ao patrimônio das vítimas”, destacou a corporação, por meio de nota. (Com informações da assessoria da Polícia Civil)

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