Quatro homens portando maçarico, pé-de-cabra, marretas, martelos e tubos de oxigênio foram presos, às 3h10 de sábado, tentando arrombar o caixa eletrônico de uma agência do Banespa, na avenida Conselheiro Carrão, na Vila Carrão (zona leste).
O arrombamento teria sido planejado por Wilson Fenit, 39, funcionário de uma empresa de segurança que trabalhava na agência bancária. Com uma chave do banco que havia mandado tirar uma cópia, Wilson teria aberto a porta para a entrada de Antônio César Martinez de Souza, 32, Aparecido Ferreira dos Santos, 26, e Luís Antônio Domingos, 25. A quadrilha foi presa por causa de uma denúncia feita à PM por um frentista que trabalha em um posto de gasolina em frente à agência bancária. Ele suspeitou de um Versailles cinza, que rondava o banco. Os PMs viram o carro parado perto do banco e foram verificar. Como não havia ninguém no automóvel, os policiais foram ao banco e viram um homem perto de um dos caixas eletrônicos.
Antônio César disse aos policiais que o seu cartão estava com problema, mas não soube explicar como havia entrado no banco, que tem um caixa eletrônico do lado de fora do prédio. Em seguida os PMs viram Wilson, Aparecido e Luís Antônio, tentando arrombar um cofre de um dos caixas. Os soldados acharam uma sacola de ferramentas e deram voz de prisão à quadrilha.
O grupo foi autuado em flagrante no 31º distrito policial, na Vila Carrão, acusado de tentativa de furto, arrombamento e formação de quadrilha.
Morte Acusado de tentativa de homicídio e resistência à prisão, Francisco Alencar da Silva, o ‘‘Perer꒒, 28, foi morto sábado, às 18h, na rua Manoel Conceição, Capão Redondo (zona sul), em um troca de tiros com PMs da 3º Companhia do 1º Batalhão. Acusado pela polícia de ser um dos maiores assaltantes de banco da zona sul de São Paulo, Francisco teria tentado matar a dona de casa Adriana de Souza Santana, 23, e a filha dela, Katherine, 7, mulher e filha de um PM, morto em um acidente de carro, que o havia prendido há cerca de dois meses. Francisco, procurado pela delegacia de Embu das Artes, acusado de matar um investigador, chegou à casa da viúva do PM às 15h. Depois de ameaçá-la, ele teria ido embora, mas prometeu voltar duas horas depois, para ajustar contas com a mulher do PM que o mandou para a cadeia. Adriana pediu ajuda a Polícia Militar. Quando retornou à casa da mulher, Francisco recebeu voz de prisão. Armado com uma pistola semi-automática 380, ele reagiu, efetuando disparos na direção dos PMs, que revidaram.
Baleado, ele chegou morto no PS do hospital do Campo Limpo, segundo o 47º distrito policial, Capão Redondo.

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